Uma discussão, que nem sei se existe mais, quando falamos de Gestão de Talentos é: investimos nas fraquezas da pessoa, para ela melhorar e ficar boa em tudo ou investimos no que a pessoa já é boa, para ficar melhor ainda?
Nos bate-papos com colegas de RH e com alguns gestores, percebi que, conceitualmente, a 2ª opção (foco no que a pessoa já é boa) já aparece como sendo a melhor opção, quase não há discussão.
Mas, atenção, eu disse CONCEITUALMENTE.
Na prática, excluindo algumas raras exceções, adicionando a justificativa de todo o modelo de educação que tivemos desde criança, tanto dos pais, dos professores, dos amiguinhos, dos inimiguinhos, quanto daqueles que nem sabemos quem são e dão opinião, o foco ainda é no que não somos bons e deveríamos melhorar.
Por onde passamos, em toda a nossa vida, sempre ficou claro quais eram nossos pontos negativos. Todos falaram as mesmas coisas.
Mas, olha que engraçado, parece que o discurso não muda. Parece que (também com raras exceções) a gente continua ruim nessas mesmas coisas. Por que será?
Simples, porque a gente é ruim e pronto.
Dá até pra treinar bastante, buscar ajuda, mas, o máximo que a gente consegue é ser mediano naquilo.
Agora, o que acontece com o que a gente é ótimo. Parece que mesmo sem investir a gente continua bom naquilo. Quem sabe se a gente colocasse foco nisso, a gente sairia do ótimo para o excelente, do excelente para o perfeito.
Será que funciona?
Bom, no fim de fevereiro, fui ao 2º eventos do TEDx VILA MADA e assisti o exemplo de como colocar esse tema em prática. Como buscar o melhor de cada um, mesmo estando bem escondido, e investir naquilo para se tornar excelente.
De forma simples, mas verdadeira.
Invista 18 minutos do seu tempo e conheça e história e o projeto da Raquel Barros.
Vendo: PSP 3010 – Vibrant Blue
2 dias atrás
1 Comentários:
Isso que você escreveu me atingiu!
;}
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